quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Sarau 2011

CEI, EMEI, PIA e comunidade. Animação: Professores da EMEI, Professores do PIA: Maria Rita, Henrique e Erick. Participação especial do Professor, Artísta Orientador do Vocacional Música: Márcio Beltrão. Rai conversa e recita poesias para as crianças. Apresentação dos 569 livros novos.


quarta-feira, 22 de junho de 2011

Escritores brasileiros

Concepção e execução de Beato Ten Penafeta com a colaboração da equipe do CEU Lajeado.





sexta-feira, 29 de abril de 2011

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Artistas do Lajeado - Dobraduras

Johnny 12 anos, morador do Lajeado é o artista dos meses de janeiro, fevereiro e março de 2011. Autodidata,apresenta a sua coleção de origamis.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Artistas do Lajeado - Johnny

Origamis na Biblioteca. Exposição das obras de Johnny de janeiro/março de 2011. Residente no Lajeado e frequentador da Biblioteca, Johnny tem 12 anos e é autodidata.

Artista do Lajeado - Johnny

Origamis na Biblioteca. Exposição das obras de Johnny de janeiro/março de 2011. Residente no Lajeado e frequentador da Biblioteca, Johnny tem 12 anos e é autodidata.

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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Mauricio de Sousa

A cadeira 24 da Academia Paulista de Letras será ocupada apartir de fevereiro de 2011 pelo quadrinista Mauricio de Sousa. Mauricio é o criador da Turma da Mônica.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Sarau na Biblioteca

Hoje, tivemos uma tarde bem animada na biblioteca.

Os alunos do projeto vocacional, junto com a professora Cintia, apresentaram uma série de músicas e poesias: Final Feliz (Jorge Vercilo), Um amor puro (Djvan), A Ciranda da bailarina (de Edu Lobo e Chico Buarque), Alguém cantando (Caetano Veloso)e poesias de Cecília Meireles, Vinicius de Moraes, Carlos Drummond de Andrade, entre outras.

Tivemos a participação espacial dos alunos da 1ª série A, da prof. Fátima, que declamaram "Batatinha quando nasce", "Lá em cima do piano, tem um copo de veneno...", "1,2 feijão com arroz..."

Próximo sarau já tem data marcada: 28 de outubro!

Convite: HIP HOP NO CAMPINHO - PARTE III

HIP HOP no Campinho apresenta:

Tribunal Popular
Pânico Brutal
Cagebe
Conexão Popular
Esquadrão Rap
Família Justa Causa
Submundo Racional
Pesadelo do Sistema

Dia 26 de setembro de 2010 a partir das 14h
Rua Alécio Prates, s/n - Jardim Bandeirantes (próximo a EMEF Dias Gomes)
Informações: 7618-0801 ou 8035-6883 (Renildo)
Email: rcd_conexpopulbr@yahoo.com.br

terça-feira, 21 de setembro de 2010

O Escritor na Biblioteca 2010

De setembro a novembro nas bibliotecas públicas municipais da cidade

Criado em 1981, o projeto O Escritor na Biblioteca coloca os escritores em contato pessoal com os leitores. Através de um painel de debates, o escritor apresenta sua obra e relata suas experiências, promovendo a aproximação com os leitores e estimulando a criação literária e o gosto pela leitura.

O grupo de escritores que participam dos bate-papos nesse mês é formado por Marcelino Freire, Kátia Canton, Eva Furnari, Xico Sá, Laudo Ferreira Jr., Heloísa Prieto, Daniel Munduruku, Rodrigo Garcia Lopes, Ricardo Azevedo, Cláudio Daniel e Sandra Pêra.


Encontros em setembro

Abertura
Biblioteca Alceu Amoroso Lima
Mesa-redonda "Literatura e Cotidiano"
Com os escritores Heloísa Prieto e Marcelino Freire, com mediação de Marcia Wada. Em seguida, apresentação literomusical Cantos Negreiros, com Marcelino Freire e a cantora Fabiana Cozza. Dia 16 às 18h

Biblioteca Paulo Setúbal
Dia 17 às 10h - Eva Furnari

Biblioteca Castro Alves
Dia 17 às 13h - Laudo Ferreira

Biblioteca Álvares de Azevedo
Dia 17 às 14h - Eva Furnari

Biblioteca Ricardo Ramos
Dia 17 às 14h30 - Heloisa Prieto

Biblioteca Brito Broca
Dia 18 às 14h30 - Heloisa Prieto

Biblioteca Adelpha Figueiredo
Dia 20 às 15h - Marcelino Freire

Biblioteca Aureliano Leite
Dia 21 às 10h - Katia Kanton

Biblioteca Hans Christian Andersen
Dia 21 às 14h30 - Katia Kanton

Biblioteca Afonso Schmidt
Dia 22 às 10h - Katia Kanton

Biblioteca Camila Cerqueira César
Dia 22 às 14h - Xico Sá

Biblioteca Mário Schenberg
Dia 22 às 14h - Marcelino Freire

Biblioteca Clarice Lispector
Dia 22 às 14h30 - Katia Kanton

Biblioteca Raul Bopp
Dia 23 às 10h - Daniel Munduruku
Dia 28 às 14h30 - Xico Sá

Biblioteca Narbal Fontes
Dia 23 às 14h30 - Daniel Munduruku

Biblioteca Vicente de Carvalho
Dia 24 às 10h30 - Daniel Munduruku

Biblioteca Gilberto Freyre
Dia 24 às 14h30 - Daniel Munduruku

Biblioteca Viriato Corrêa
Dia 24 às 19h - Sandra Pera

Biblioteca Pedro da Silva Nava
Dia 25 às 10h - Laudo Ferreira

Biblioteca Cassiano Ricardo
Dia 25 às 15h - Sandra Pera
Dia 29 às 14h - Rodrigo Garcia Lopes

Biblioteca Álvaro Guerra
Dia 27 às 14h - Marcelino Freire

Biblioteca Prof. Arnaldo Magalhães Giácomo
Dia 27 às 14h - Rodrigo Garcia Lopes

Biblioteca Cora Coralina
Dia 27 às 14h - Xico Sá

Biblioteca Thales Castanho
Dia 27 às 14h - Claudio Daniel

Biblioteca Sylvia Orthof
Dia 28 às 15h - Laudo Ferreira

Centro Cultural da Juventude
Dia 28 às 19h - Rodrigo Garcia Lopes

Biblioteca Helena Silveira
Dia 29 às 10h - Ricardo Azevedo

Biblioteca Milton Santos
Dias 29 às 14h - Claudio Daniel

Biblioteca Rubens Borba Alves de Morais
Dia 29 às 14h30 - Ricardo Azevedo

Biblioteca Raimundo de Menezes
Dia 29 às 15h30 - Marcelino Freire

Biblioteca Affonso Taunay
Dia 30 às 14h - Rodrigo Garcia Lopes

Biblioteca Alceu Amoroso Lima
Dia 30 às 19h - Rodrigo Garcia Lopes


Ricardo Azevedo é escritor e ilustrador paulista, autor de mais de 100 livros para crianças e jovens, entre eles: Um homem no sótão (Ática), Armazém do Folclore (Ática), O livro das palavras (Ed. Do Brasil), Contos de enganar a morte (Ática). Ganhou várias vezes o prêmio Jabuti, APCA e outros. Tem livros publicados na Alemanha, Portugal, México, França e Holanda. É Bacharel em Comunicação Visual pela FAAP e doutor em Letras pela USP.

Heloisa Prieto é escritora, doutora pelo departamento de Língua e Literatura Francesa pela USP com estudo sobre a tradição oral e mestre em semiótica pela PUC-SP. Dentre seus vários trabalhos destacamos o de roteirista da série Lá Vem História da TV Cultura.

Daniel Munduruku é indígena da Amazônia, escritor conhecido nacional e internacionalmente. É graduado em Filosofia e Doutor em Educação pela USP, diretor-presidente do Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual, Comendador da Ordem Mérito Cultural da Presidência da República e Membro da Academia de Letras de Lorena.

Eva Furnari é escritora de livros infantis desde 1980 e já publicou mais de 50 livros no Brasil e na América Latina. Foi professora de artes do Museu Lasar Segall e foi premiada sete vezes pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) com diversos livros e o prêmio APCA pelo conjunto da obra, entre outros.

Katia Kanton é jornalista e crítica de arte, docente e diretora de curadoria do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. Mestre e PhD em Artes Interdisciplinares pela New York University, Katia fez tese de doutorado, The Fairy Tale Revisited (O conto de fadas revisitado), sobre a relação entre a narrativa dos contos e as artes visuais e cênicas. Já publicou vários livros, alguns deles premiados, para adultos e crianças.

Claudio Daniel, poeta, tradutor e ensaísta, publicou os livros de poesia Sutra (edição do autor, 1992), Yumê (Ciência do Acidente, 1999) e A sombra do Leopardo (Azougue Editorial, 2001), este último vencedor do prêmio Redescoberta da Literatura Brasileira, oferecido pela revista CULT. Traduziu, em parceria com Luiz Roberto Guedes, poemas do cubano José Kozer. O autor publicou também Estação da Fábula, com traduções do uruguaio Eduardo Milán (Fundação Memorial da América Latina, 2002), Prosa do que Está na Esfera (Olavobrás, 2003), com traduções do dominicano Leon Felix Batista, feitas em parceria com Fabiano Calixto, e a antologia Na Virada do Século, Poesia de Invenção no Brasil (Landy, 2002), este último em co-autoria com Frederico Barbosa.

Laudo Ferreira iniciou sua carreira de ilustrador em 1983, atuando em editoras como Globo, Abril, Escala e Peixes. No decorrer de sua carreira, atuou na área publicitária, desenvolvendo storyboards e ilustrações para diversos clientes. Também ilustrou O Estranho Mundo de Zé do Caixão - Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver (Taquara Editorial, 1997) e participou da coletânea Brazilian Heavy Metal com uma HQ do Zé do Caixão. Atualmente trabalha regularmente a série Sacanagens da Tianinha (Editora Rickdan). Também produziu cenários e figurinos para diversos eventos e espetáculos. Trabalha também como caricaturista em eventos, feiras, convenções e congressos. Em 1996, junto com Omar Viñole, fundou o Estúdio Banda Desenhada, onde trabalha como diretor de criação, diretor de planejamento e ilustrador. Em 1995, ganhou o Prêmio HQ Mix de Melhor Graphic Novel, e no ano seguinte conquistou o Prêmio de Melhor HQ promovido pela SBAF (Sociedade Brasileira de Artes Fantásticas), ambos com À Meia-Noite Levarei a sua Alma.

Marcelino Freire nasceu em 1967 em Sertânia, Sertão de Pernambuco, e vive em São Paulo desde 1991. É um dos principais nomes e divulgadores da nova geração de escritores conhecida como Geração 90. Autor, entre outros, de Angu de Sangue (2000) e BaléRalé (2003), ambos publicados pela Ateliê Editorial, e ainda de Contos Negreiros (Prêmio Jabuti 2006) e de RASIF – Mar que Arrebenta (Finalista do Jabuti 2009 e semifinalista do Prêmio Portugal Telecom 2009), lançados pela Editora Record. Em 2004, idealizou e organizou a antologia Os Cem Menores Contos Brasileiros do Século (Ateliê Editorial). É o criador e curador da Balada Literária, evento que reúne anualmente, desde 2006, quase uma centena de escritores, nacionais e internacionais, pelo bairro paulistano da Vila Madalena. Vários de seus contos foram traduzidos para o inglês, espanhol e italiano e figuram em importantes antologias e revistas estrangeiras. Alguns deles também foram adaptados para o teatro, cinema e TV. Mantém o blog eraOdito www.eraodito.blogspot.com, apontado, em recente pesquisa feita pela revisa Bula, como um dos vinte blogs mais influentes da internet brasileira.

Rodrigo Garcia Lopes é escritor, jornalista, tradutor e compositor. Formado em Jornalismo, em 1984-85 viajou pela Europa e, na volta, publicou a página literária Leitura e a revista Hã. Trabalhou em jornais e veículos literários em São Paulo e Curitiba. De 1990 a 1992 viveu nos Estados Unidos, onde realizou mestrado na Arizona State University com tese sobre os romances de William S. Burroughs. Neste período, também reuniu material para seu livro de 19 entrevistas com escritores e artistas (como John Ashbery, William Burroughs, Marjorie Perloff, Allen Ginsberg, Nam June Paik, Charles Bernstein and John Cage). O livro Vozes & Visões: Panorama da Arte e Cultura Norte-Americanas Hoje foi publicado pela Iluminuras em 1996. Em seu retorno, lançou Solarium, que reúne sua produção poética desde 1984. Em 1996 publicou a tradução das Illuminations de Rimbaud (também pela editora Iluminuras). Ao longo destes anos traduziu, entre outros, a poesia de Ezra Pound, Sylvia Plath, William Carlos Williams, Robert Creeley, Gertrude Stein, Laura Riding, Gary Snyder, Charles Bukowski, John Ashbery, Jim Morrison, e Samuel Beckett. Em 1998 foi curador da exposição Olhares, do fotógrafo nipo-brasileiro Haruo Ohara, que participou da Bienal Internacional de Fotografia, em Curitiba.

Sandra Pêra. Autora de As tais Frenéticas, a cantora e atriz foi integrante do grupo que surgiu em 1976 e sacudiu a cena da dança disco da época. No livro, ela narra bastidores da sua trajetória artística ao lado do grupo.

Xico Sá, jornalista e escritor, nasceu em Crato, Ceará, no dia 6 de outubro de 1962. Começou a carreira no Recife e é atualmente colunista dos jornais Folha de S. Paulo, Diário de Pernambuco, Diário do Nordeste, O Tempo, de Belo Horizonte, e Correio da Bahia. Também faz parte da bancada do programa Cartão Verde da TV Cultura. Algumas de suas obras publicadas são Divina Comédia da Fama (Editora Objetiva), Nova Geografia da Fome (Editora Tempo d´Imagem) e Paixão Roxa (Editora Pirata).

Fonte: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bibliotecas/noticias/?p=8277

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Sugestão de leitura da semana

Essa semana, o nosso varal literário é composto por duas grandes obras:

O rio invisível, Pablo Neruda
Livro de sonetos, Vinícius de Moraes

Venha conhecer mais sobre elas em nossa biblioteca.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Sugestão de leitura

Toda semana selecionaremos dois livros como sugestão de leitura. Essa semana temos:

Mau humor: uma antologia definitiva de frases venenosas, de Ruy Castro.

Os cem melhores poemas brasileiros do século, com seleção de Italo Moriconi.

Algumas frases desses livros estão espalhadas pela biblioteca. Venha nos visitar e descobrir trechos dessas histórias.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Programação da biblioteca - AGOSTO

Durante o mês de agosto, teremos diversos eventos na biblioteca. Acompanhe:

Dia 10, as 14h - Espetáculo de teatro "Pra viajar"
Dia 12 - inauguração do projeto Artistas do Lajeado
Dia 13 (às 10h) e 20 (as 14h) - Contação de histórias "O casamento da Dona Baratinha
Dia 23 a 27 - Semana dos filósofos
Dia 24, as 12h - Espetáculo de teatro "Acuda o Benedito"
Dia 26 a 28 (das 11h as 15h) - Feira de troca de livros

Anote na agenda e participe!

Estréia filme "O Bem Amado"

'O Bem Amado' estreia nas telas com direção de Guel Arraes
Diretor do filme faz rir de quem se leva a sério, e diz que os políticos se refletem em Odorico Paraguaçu
Luiz Carlos Merten

SÃO PAULO - Filho do ex-governador Miguel Arraes, Guel acompanhou a família no exílio, quando seu pai foi cassado pelo regime militar, nos anos 1960. A política faz parte do seu universo desde garoto, mas, como diretor, Guel gosta de encará-la por linhas tortas, mesmo sabendo que todo filme é sempre político. É um diretor que os críticos amam odiar, porque ocupa um espaço, o da produção comercial bem-feita, prosseguindo no cinema as pesquisas de linguagem de seus programas na TV. Muitos projetos - O Auto da Compadecida, Lisbela e o Prisioneiro - foram feitos para TV e cinema e a acusação em geral é esta - seus filmes são ‘televisivos’. Guel faz agora seu filme mais assumidamente político.


Por que adaptar O Bem Amado em 2010?
A política é como o futebol no Brasil. Todo mundo escala a seleção, todo mundo avalia os políticos, mas as regras quase nunca são as mesmas. Tenho para mim que os lugares que se levam a sério são os melhores para se fazer comédia. Com exceções - Romance é outra coisa, o meu Tristão e Isolda -, o que me atrai é o humor. Até por ter convivido internamente com esse mundo da política, sempre fui atraído pela peça de Dias Gomes que deu origem à novela e à série. Odorico Paraguaçu virou o emblema do político brasileiro. Existem muitos Odoricos por aí e eles acham o personagem divertido, são os primeiros a rir. Mas nenhum assume que Odorico é o retrato deles, daí meu desejo de fazer o filme.

O País mudou muito entre a peça do Dias, a novela e o filme. Como trabalhou isso?
Era o desafio e, ao mesmo tempo, o bacana desse projeto. Muita gente avalia meu trabalho pelas inovações de linguagem. Podem até não gostar, mas desde Armação Ilimitada sei que tenho uma marca. Quando comecei a fazer TV, era tudo muito parado, o humor, de chanchada. Acho que contribuí para uma sofisticação da linguagem de TV e alguns críticos vão dizer que refaço minha TV no cinema. Não vou polemizar se é ou não verdade. Não concordo, mas a crítica é livre. Só que aqui não queria centrar o filme na linguagem. Era o personagem que me interessava, o retrato que ele fornecia do Brasil. O País mudou. O Odorico da ditadura não podia ser o mesmo da democracia. E com ele mudou tudo. A sátira política virou uma farsa. As Cajazeiras, que tinham um perfil, agora têm outro. São mais peruas. Gosto dessas mudanças.

Seu estilo é muito baseado nos detalhes, e é algo que já vem do trabalho na TV.
Sempre fui atento, na vida, a detalhes, a tudo. Levei isso para a televisão, com certeza, e agora trago para o cinema. O próprio processo do filme espelha o que digo. Quando propus a (Marco) Nanini que refizéssemos o Odorico, ele se assustou um pouco, porque é um personagem com muitos donos. O Dias (Gomes), o Paulo (Gracindo), que criou o papel na TV. Nanini descobriu que os direitos da peça estavam livres e resolveu encená-la. Fiz uma adaptação, a montagem não era a peça, algumas cenas vieram para o cinema. Nanini testou o personagem no palco e, depois, antes de filmar, tivemos algumas semanas de ensaios, não muitas. Sempre tivemos claro, por exemplo, que ele interpretava um ator. Todos os políticos são atores, e o Odorico não foge à regra. Levamos essa coisa até o limite da farsa, o que é difícil, mas o Nanini é muito bom de trabalhar no fio da navalha.

(O ator, que se integrou à entrevista, realizada num hotel de São Paulo, dá seu depoimento. "Guel é ótimo diretor. Ele sabe o universo que quer criar, porque trabalha muito no roteiro e na decupagem, antes de filmar. E ele tem essa facilidade. Ele envolve o ator, compreende a gente, nos seduz. Como trabalhamos juntos há muito tempo, conheço seu método, onde ele vai posicionar a câmera, essas coisas. E, como trabalho no limite, já sei identificar suas pequenas indicações, sem que ele precise realmente falar, ou explicar."

Reportagem do jornal Estadão: http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,o-bem-amado-estreia-nas-telas-com-direcao-de-guel-arraes,584833,0.htm

terça-feira, 29 de junho de 2010

São Pedro

Hoje é dia de São Pedro. Conhecido como guardião das portas do céu é também considerado o protetor das viúvas e dos pescadores. São Pedro foi um dos doze apóstolos e o dia 29 de junho foi dedicado a ele. Como o dia 29 também marca o encerramento das comemorações juninas, é nesse dia que há o roubo do mastro de São João, que só será devolvido no final de semana mais próximo. Mas como as comemorações juninas perduram alguns dias, as pessoas dizem que no dia de São Pedro já estão muito cansadas e não têm resistência para grandes folias, sendo os fogos e o pau-de-sebo as principais atrações da festa. A fogueira de São Pedro tem forma triangular.

Como São Pedro é cultuado como protetor das viúvas, são elas que organizam a festa desse dia, juntamente com os pescadores, que também fazem a sua homenagem a São Pedro realizando procissões marítimas.

No dia 29 de junho todo homem que tiver Pedro ligado ao seu nome desse acender fogueiras nas portas de suas casas e, se alguém amarrar uma fita em uma pessoa de nome Pedro, este se vê na obrigação de dar um presente ou pagar uma bebida à pessoa que o amarrou.

Fonte: http://www.arteducacao.pro.br/Cultura/junina.htm#São Pedro

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Hoje é dia de São João

Você conhece a história desse santo?

Em geral, os dias consagrados aos santos são aqueles em que eles morreram. No caso de São João Batista, acontece o contrário: comemora-se o seu nascimento, que teria sido em 24 de junho de ano desconhecido. João Batista foi profeta e precursor de Jesus Cristo. Era filho de Zacarias, um sacerdote de Jerusalém, e de Isabel, parente da mãe de Jesus.

João apareceu como pregador itinerante em 27 d.C. Aqueles que confessavam seus pecados eram por ele lavados no rio Jordão, na cerimônia do batismo (...)

João teve muitos discípulos e batizou o próprio Jesus. Porém, logo depois, foi atirado na prisão por haver censurado o rei Herodes Antipas, quando este se casou com Herodíades, a mulher de seu meio-irmão.

De acordo com a Bíblia, Herodes prometeu à jovem Salomé, filha de Herodíades e execelente dançarina, o que ela lhe pedisse, depois de tê-la visto dançar. Instigada pela mãe, Salomé pediu a cabeça de João Batista, que lhe foi entregue numa bandeja. O episódio teria ocorrido em 29 d.C.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/folclore/ult1687u35.jhtm

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Morre José Saramago

O escritor português José Saramago faleceu nessa sexta-feira, dia 18 de junho, aos 87 anos. De acordo com seu editor Zeferino Coelho, o escritor passou mal pela manhã e faleceu em seguida.

José Saramago nasceu Aziganha, em 1922.
Começou com a literatura em 1947 com o romance Terra de Pecado. Suas obras atingiram grande repercursão, sendo seu romance mais famoso "O Evangelo Segundo Jesus Cristo".
Em 1998 é consagrado com Prêmio Nobel de Literatura.

Confira na biblioteca, algumas obras do autor:
- Ensaio sobre a cegueira
- O evangelho segundo Jesus Cristo
- História do cerco de Lisboa
- O homem duplicado
- In nomine dei
- O conto da ilha desconhecida
- O ano da morte de Ricardo Reis
- A bagagem do viajante
- Objecto quase
- A caverna
- A maior flor do mundo

Desse último livro (A maior flor do mundo), foi feito uma animação. Confira em: http://www.youtube.com/watch?v=MNavjsXc12c

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Vítimas da poluição

Diariamente, 35 pessoas são internadas em hospitais públicos e 12 pessoas morrem por doenças relacionadas à poluição. As principais são as respiratórias (como asma e bronquite), cardiovasculares (como arritmia e enfarto), e câncer do pulmão. Entre os mais vulneráveis às consequências de respirar um ar que possui, na média, três vezes mais o nível de partículas finas tolerado pela Organização Mundial da Saúde (10 microgramas por metro cúbico) estão os idosos acima de 65 anos, crianças abaixo de 5 anos e os mais pobres. “Na Zona Leste de São Paulo morre-se seis vezes mais do que na Cidade Jardim por doenças relacionadas à poluição”, atesta Paulo Saldiva, Coordenador do Laboratório de Poluição da Faculdade de Medicina da USP.


Leia artigo completo em: http://issonaoenormal.com.br/posts/ler/vitimas-da-poluicao